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Relatório metodológico de pesquisa

 

TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO E A FORMAÇÃO EM JORNALISMO

 

 GRUPO DE PESQUISA COMUNICAÇÃO, TECNOLOGIA E SOCIEDADE

 

CENTRO UNIVERSITÁRIO INTERNACIONAL UNINTER

 

CURITIBA, OUTUBRO DE 2023

 

Autores: Guilherme Carvalho (Uninter/UEPG); Alexsandro Teixeira Ribeiro (Uninter); Armando Kolbe Junior (Uninter), João Figueira (Universidade de Coimbra); Fabiano de Miranda (Uninter)

 

 

 

1.Apresentação

 

Este documento diz respeito aos preceitos metodológicos utilizados para o desenvolvimento da pesquisa “Tecnologias da comunicação e a formação em jornalismo”, desenvolvida desde fevereiro 2022. Apresentamos de forma descritiva de que modo o trabalho vem sendo desenvolvido e quais foram os critérios adotados para o desenvolvimento da iniciativa pública OPAJor (Observatório de Pesquisa Aplicada em Jornalismo no Brasil).

Trata-se de uma pesquisa essencialmente bibliográfica e de análise de conteúdo com fins de categorização da produção brasileira. Como parte do trabalho, o grupo realizou o estudo conceitual sobre pesquisa aplicada em jornalismo a partir de referencial brasileiro. Entre os trabalhos considerados nesta etapa estão Alexandre e Aquino (2021) Arendt (1996), Assis (2018), Franciscato (2007), Gil (2008), Guerra (2016), Machado (2010), Marconi e Lakatos (2002); Martinez, Lago e Iuama (2022); Ramos e Machado (2015), Santos 2018) e Santos (2021).

Nas próximas linhas descrevemos detalhadamente de que maneira o trabalho de pesquisa foi desenvolvido e quais referências e parâmetros foram utilizadas no processo de classificação.

 

 

2.Metodologia

 

O desenvolvimento da pesquisa partiu, primeiramente, de um levantamento de estado da arte (STRELOW, 2011) a respeito do tema, considerando publicações nacionais a partir de 2010. Para tanto, foram considerados três grupos de documentos disponíveis na internet onde pudesse haver relatos de pesquisas aplicadas em jornalismo no Brasil. São as revistas científicas, dissertações e teses e anais de congressos da área.

Para as buscas em revistas científicas da área da Comunicação e do Jornalismo, foram considerados os periódicos listados pela Compós[1], principal entidade de organização da pós-graduação na área de Comunicação e Informação no Brasil. Nas plataformas dos 84 periódicos foram utilizadas as ferramentas de busca com os seguintes descritores: “pesquisa aplicada” e “pesquisa aplicada em jornalismo”. Para este grupo de trabalhos também consideramos outra base de dados para verificação dos resultados obtidos. Trata-se do Connected Paper, uma plataforma de indexação de artigos científicos que busca diferentes bases de dados. A plataforma possibilitou a validação dos dados obtidos na busca ativa das publicações nas revistas científicas.

 

2.1 Bases de Dados

 

Também foram realizadas buscas de dissertações e teses de programas de mestrado e doutorado também listados pela Compós. A lista conta com 64 programas, nos quais também utilizou-se ferramentas de buscas disponíveis em repositórios com os mesmos descritores ou fez-se a verificação da lista de trabalhos publicados em busca de temas que tivessem relação com a pesquisa aplicada em jornalismo. A partir de um levantamento prévio, realizou-se, posteriormente, a conferência de resumos, palavras-chave e introdução, em busca de trabalhos que tivessem relação com o tema. Para validação dos dados, outras duas plataformas foram utilizadas. São elas o Catálogo de Teses e Dissertações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). Nestes dois bancos de dados foi possível conferir publicações relacionadas ao tema, garantindo maior confiabilidade aos dados obtidos na varredura dos repositórios dos programas de pós-graduação.

 

As buscas em anais de eventos científicos consideraram cinco principais eventos de abrangência nacional na área de Comunicação e Jornalismo. São eles os congressos da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), encontros da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), Associação Nacional de Programas de Pós-graduação em Comunicação (Compós), Associação Brasileira de Ensino de Jornalismo (ABEJ) e Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia (Alcar). Nos eventos mais abrangentes em termos de área de pesquisa, como é o caso da Intercom, Compós e Alcar, foram considerados os grupos específicos de jornalismo para fins de buscas de publicações. Em quase todos os documentos estão disponíveis na íntegra sem problemas em relação às possibilidades de busca e acesso aos anais. Naqueles em que as ferramentas de busca não estavam disponíveis, fez-se a verificação da listagem de todos os trabalhos ano a ano, conferindo títulos relacionados ao tema, inicialmente. Na sequência, conferiu-se resumos, palavras-chave e introdução para seleção dos trabalhos.

 

O levantamento foi realizado por seis estudantes de iniciação científica que participam do projeto. Após o primeiro levantamento, os documentos resultantes da primeira etapa de filtragem, foram conferidos pelo conjunto de resumos, palavras- chave e introdução e, com base na bibliografia referencial a respeito do tema, realizou-se a filtragem das produções, classificando-as em 3 categorias: pesquisa bibliográfica, pesquisa descritiva e pesquisa experimental. Considerou-se que as

pesquisas aplicadas em jornalismo, cuja produção relata o desenvolvimento ou resultados de um trabalho concreto, poderiam constar no grupo de pesquisas experimentais. Assim, utilizando uma planilha do GoogleDocs, nesta listagem foram disponibilizados aos orientandos a classificação em três possibilidades que indicavam a realização de uma pesquisa aplicada em jornalismo em 3 categorias: Pesquisa Bbiliográfica, Pesquisa Descritiva e Pesquisa Experimental a partir de Silva (205), Gil (2008), Melo (1970), Marconi e Lakatos (2002) e Lopez e Maritan (2015) (detalhamos a classificação mais na sequência).

 

Uma primeira versão para geração do relatorio foi iniciada em junho e concluída em outubro de 2022. A busca considerou as publicações entre 2012 e 2022. Todas as etapas foram acompanhada pelo professor orientador que conferiu e validou também os documentos disponibilizados pela equipe. Naquele ano foram listados 129 trabalhos.

 

Uma segunda versão do relatório foi iniciada em junho e finalizada em outubro de 2023, ampliando a base de dados para os anos de 2010, 2011 e 2023. Do mesmo modo, o processo foi validado pela equipe e acompanhado e validado pelo professor orientador. Neste ano, foram identificados 154 publicações.

 

2.2 Entrevistas

Um outro procedimento da pesquisa, que andou em paralelo ao levantamento de produções entre julho e agosto de 2022, aproveitou o levantamento de publicações de pesquisas aplicadas em jornalismo em periódicos científicos para listar os autores que teriam trabalhado com a temática. A intenção foi a construção de um grupo amostral de pesquisadores conhecedores do tema e em condições de participar de uma entrevista estruturada (DUARTE, 2005). A lista contou com 40 trabalhos relacionados e um total de 59 autores (alguns trabalhos contavam com mais de uma autoria). Usando também uma planilha do GoogleDocs, os orientandos deveriam inserir os nomes dos autores, emails e links de sites de redes sociais dos mesmos. Este levantamento possibilitou a construção de uma base de dados a partir da qual se construiu a relação de pessoas a serem entrevistadas.

A montagem do questionário de entrevista foi desenvolvida a partir das leituras e debates do grupo em um formulário online do Google Forms. O questionário, composto de 16 questões abertas e fechadas, buscava guiar as entrevistas possibilitando aos entrevistados abordar questões relacionadas às publicações nos periódicos ou até outras 2 produções em outras modalidades. As perguntas estão divididas em 3 grupos, sendo primeiramente as de identificação das pesquisas e do pesquisador, depois as de qualificação da pesquisa e, por fim, as de cunho reflexivo.

 

Após a realização de revisões do questionário e capacitação com a equipe, redigiu-se as orientações de aplicação aos mesmos. O texto, disponibilizado no próprio formulário, indicava de que maneira a atividade deveria ser realizada. Dentre os itens descritos está o seguinte: “O preenchimento deve ser realizado por um membro do nosso grupo de pesquisa por meio de videoconferência ou ligação. Deve ser preenchido de forma síncrona. No caso de videoconferência, é possível compartilhar a tela com ele, mostrando o formulário enquanto é preenchido”.

 

Para fins de validação do questionário, realizou-se um pré-teste com três entrevistados nos dias 26 de julho, 2 e 4 de agosto de 2022. Após a aplicação, realizou-se uma avaliação dos resultados em busca de possíveis problemas no questionário ou no procedimento de pesquisa. Verificou-se que o tempo mínimo necessário para o trabalho seria de 30 minutos e que o sistema de aplicação por meio de videoconferência foi bastante eficiente. O último item do questionário disponibiliza aos entrevistadores a possibilidade de observações a respeito da coleta. Neste item, destacou-se as seguintes observações realizadas por uma das aplicadoras. “Nas questões 6, 7 e 8 me incomodou que ao escrevermos não aparece o texto corrido como nessa caixa do diário de bordo, pois dificulta muito a leitura do que escrevemos para o entrevistado confirmar se concorda ou não; A questão 9 precisa adicionar a opção NSA; Nas questões 11 e 12 eu acho importante que na opção "outros" tenha a opção de escrevemos”.

 

A partir destas observações, o questionário foi ajustado para que os campos de respostas que exigiam mais texto fossem maiores para facilitar a visualização do respondente. Também foram inseridas as demais opções indicadas. Considerando que os itens não alteraram significativamente o resultado da pesquisa, os dados do pré-teste foram validados para o cômputo geral da etapa de entrevistas.

A partir de então, foram distribuídos entre os participantes do grupo a relação dos 59 pesquisadores selecionados. Como material de apoio, foi produzida uma carta-padrão de apresentação do projeto para que a equipe pudesse estabelecer o primeiro contato.

 

Considerando os resultados do pré-teste, o grupo de aplicadores já estava ciente de que a maior dificuldade estaria na disponibilidade dos entrevistados. Assim,

o grupo foi orientado a insistir com emails e, caso não obtivessem respostas, deveriam também entrar em contato por meio de redes sociais ou mensagem por Whatsapp, quando foi possível obter o número de telefone dos mesmos. Também considerou-se que seriam entrevistados apenas um dos autores dos trabalhos que contavam com coautoria a fim de garantir maior diversidade de olhares.

 

De um total de 59 autores, 13 concederam entrevistas à equipe de 9 entrevistadores. A maior parte dos listados não retornou as mensagens. Uma pequena parcela recusou, devido à falta de tempo, ou se comprometeu, mas não confirmou agenda. O período de aplicações, acompanhado semanalmente pelo coordenador do projeto, foi encerrado no dia 6 de outubro. O trabalho agora consiste na sistematização das respostas, análise dos dados coletados e produção de resultados associando os diferentes dados obtidos no processo.

 

3. Aplicação

 

Paralelamente às entrevistas, uma outra atividade já prevista anteriormente, foi desenvolvida pelo grupo, seguindo o planejamento. Em julho iniciou-se a construção de um site cujo objetivo principal seria o de disponibilizar um repositório da produção de pesquisa aplicada em jornalismo no Brasil. Após elaboração de um roteiro prévio, uma das participantes do grupo, responsável pela construção do site, deu início ao trabalho, desenvolvendo um template na plataforma Wix. Após aprovação do grupo, deu-se início à execução do site. Intitulado “Observatório da Pesquisa Aplicada em Jornalismo”, buscou-se um nome mais curto que pudesse ser lembrado facilmente e cujo endereço estivesse disponível na internet. Após pesquisa de disponibilidade, decidiu-se pelo nome abreviado “OPAJor”. No endereço registrado https://www.opa.jor.br é possível acessar os conteúdos resultantes da pesquisa desenvolvida pelo grupo, dividido em 4 seções: Sobre, Repositório, Dados, Notícias e Discordo.

 

Disponibilizado publicamente em versão a partir de 5 de setembro de 2022, o site passou por alguns ajustes e algumas ferramentas estão sendo testadas para aprimorar os serviços a serem disponibilizados. Dentre as principais atribuições do site está a oferta de buscas de produções relacionadas à temática da pesquisa aplicada em jornalismo no Brasil. A versão definitiva foi publicada no dia 12 de fevereiro de 2023.

 

4.Classificação sobre os tipos de pesquisa:

 

4.1  Pesquisa bibliográfica

 

"Procura explicar um problema a partir de referências teóricas publicadas em documentos. Pode ser realizada independentemente ou como parte da pesquisa descritiva ou experimental. Em ambos os casos, busca conhecer e analisar as contribuições culturais ou científicas do passado, existentes sobre um determinado assunto, tema ou problema." (SILVA, Mary. Métodos e técncias de pesquisa. 2. ed. Curitiba: Ibpex, 2005. p. 49)

 

Pesquisa que debate temas a partir da leitura de outros autores quie avaliaram aspectos da realidade. Em geral, são trabalhos de cunho epistemológico, com a intenção de estabelecer uma crítica ou reflexão teórica.

 

4.2  Pesquisa descritiva

 

"[...] observa, registra, analisa e relaciona fatos ou fenômenos sem os manipular. Procura descobrir, com a melhor precisão possível, a frequência co que um fenômeno ocorre, sua relação e conexão com outros, sua natureza e características. Busca conhecer as diversas situações e relações que ocorrem na vida social, política, econômica e demais aspectos do comportamnto humano, tanto do indivíduo - tomado isoladamente - como de grupos e comunidades mais complexas. [...] Em síntese, a pesqsuia descritiva, em suas diversas formas, trabalha sobre dados ou fatos colhidos da própria realidade." (SILVA, Mary. Métodos e técncias de pesquisa. 2. ed. Curitiba: Ibpex, 2005. p. 50-51)

 

Este tipo de pesquisa analisa a realidade a partir da teoria (portanto, implica em uma pesquisa bibliográfica também), sem propor uma mudança nas condições. Dentre os formatos mais comuns estão: estudo exploratório, estudo descritivo, estudo de caso, pesquisa de opinião, pesquisa de motivação, pesquisa documental.

 

4.3  Pesquisa experimental

 

"[...] o delineamento experimental consiste em determinar um objeto de estudo, selecionar as variáveis que seriam capazes de influenciá-lo, definir as formas de controle e de observação dos efeitos que a variável produz no objeto." (GIL, Antonio. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas 2008, p.51.)

“[...] experiências controladas, em grupos de receptores ou em mercados- piloto, com a finalidade de testar mensagens ou avaliar o impacto de canais”. “É o estudo de um novo jornal ou revista, cuja edição zero se distribui a uma amostra de leitores em potencial, que apresentam críticas e sugestões depois de efetuar a leitura. É o estudo de um novo programa de televisão, exibido em circuito fechado a um grupo especial de telespectadores, que emitem opiniões, ou apresentam reações determinadas”. (MARQUES DE MELO, José. Comunicação social: teoria e pesquisa. Petrópolis: Vozes, 1970).

 

Aqui, portanto, podem ser enquadrados as pesquisas que resultaram em produtos, programas jornalísticos.

 

Neste grupo podem estar as pesquisas aplicadas. Dentre os formatos mais comuns estão: pesquisa genuinamente experimental (deve ter experimento e controle, com indivíduo submetido a ação), pesquisa pré-experimental (grupo estudado uma única vez, não é possível comparações), pesquisa quase-experimental (sem controle, mas com comparações)

 

"Definição de pesquisa aplicada: “[...] forma de ação direta na realidade, como caminho para solucionar problemas oriundos da própria prática. Isso significa não apenas uma possibilidade de ação decorrente do ato investigativo, mas de um trabalho deliberadamente orientado a transformações na práxis. [...] caminho para aproximar teoria e prática, não apenas no plano do discurso, mas efetivamente e de modo a promover mudanças no jornalismo [...]” (grifos do autor) (ASSIS, 2018, p.135)

 

Equivocado pensar que a pesquisa aplicada seria sinônimo para pesquisa que se aproxima da prática. “Devemos ter claro, desde logo, que o conceito se refere à aplicação da própria pesquisa em alguma dimensão da vida real (do locus, por excelência, do objeto), durante seu desenrolar”. (ASSIS, 2018, p. 136)

 

A pesquisa aplicada parte de um problema de ação, segundo Marconi e Lakatos (2002), voltado para solucionar uma questão de ordem prática do real, diferentemente do problema de estudos acadêmicos, de caráter descritivo. “Está empenhada na elaboração de diagnósticos, identificação de problemas e busca de soluções” (FLEURY; WERLANG, 2017, p.2). Implicam na compreensão e utilização de tecnologia e inovação com vistas aos desenvolvimentos de novos processos e produtos, segundo Franciscatto (2007). São pesquisas que, em geral, avançam para além da pesquisa experimental, que corresponde a uma das etapas prévias da pesquisa aplicada. A pesquisa aplicada é aquela cujo resultado da produção foi incorporado no cotidiano e nas práticas profissionais.

 

 

Referências

ALEXANDRE, Tássia; AQUINO, Maria Clara. Pesquisa aplicada como inovação metodológica no jornalismo: dimensões teórica, empírica e experimental. Revista Observatório, Palmas, v. 7, n. 3, p. 1-23, jul.-set., 2021. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/observatorio/article/view/11942/19628. Acesso em: 15 jan. 2023.

ARENDT, Ronald. Pesquisa básica versus pesquisa aplicada. Temas em Psicologia, n. 3, p. 71-78, 1996.

ASSIS, Francisco. Pesquisa aplicada em jornalismo: o desafio da construção do objeto. Comunicação & Inovação, v. 19, n. 41, p. 133-148, set-dez 2018. Disponível em: https://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_comunicacao_inovacao/article/view/5518/2560. Acesso em: 12 mai. 2022.

FRANCISCATO, Carlos. Delimitando um modelo de pesquisa aplicada em jornalismo. IX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação da Região Nordeste – Salvador – BA. Anais..., 2007. Disponível em:  http://www.intercom.org.br/papers/regionais/nordeste2007/resumos/R0596-1.pdf. Acesso em: 12 mai. 2022.

GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

GUERRA, Josenildo. The Journalism Agenda  Guide (JAG) proposal  for Applied Research in  Journalism (ARJ). Brazilian Journalism Research, v. 12, n.3, p. 190-213, 2016.

LOPEZ, Debora Cristina; MARITAN, Matheus. A evolução do método: memória das pesquisas experimental e aplicada nos estudos brasileiros de jornalismo. Revista Observatório, v. 1, n. 3, p. 41–61, 2015. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/observatorio/article/view/1657/8510. Acesso em 9 set. 2022.

MACHADO, Elias. Metodologias de pesquisa em jornalismo: uma revisão histórica e perspectivas para a produção de manuais de orientação. Brazilian Journalism Research, v. 6, n.1, p. 10-28, 2010. Disponível em: https://bjr.sbpjor.org.br/bjr/article/view/245. Acesso em: 10 nov. 2022.

MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisas, elaboração, análise e interpretação de dados. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2002.

MARTINEZ, Mônica.; LAGO, Claudia.; IUAMA, Tadeu Rodrigo. Pesquisa aplicada em jornalismo: mapeamento dos estudos no campo. Revista de Estudos Universitários - REU, Sorocaba, SP, v. 48, p. e022001, 2022.

MELO, José Marques. Comunicação social: teoria e pesquisa. Petrópolis: Vozes, 1970.

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SANTOS, Márcio Carneiro. Pesquisa aplicada em comunicação: O estranhamento da interdisciplinaridade que nos assombra. Comunicação & Inovação, v. 19, n. 41, p. 18-33, set-dez 2018.

SANTOS, Márcio Carneiro. Por uma epistemologia orientada à complexidade: notas sobre a pesquisa no campo da Comunicação. In: PARIZI, Rafael; MARTINS, Tiago (org.). Comunicação & Sistemas de Informação. v.1. Uruguaiana, RS: Editora Conceito, 2021, p. 56-68.

SILVA, Mary. Métodos e técnicas de pesquisa. 2. ed. Curitiba: Ibpex, 2005.

STRELOW, A. O Estado Da Arte Da Pesquisa Em Jornalismo No Brasil: 2000 a 2010. Intexto, n. 25, p. 77-101, dez 2011. Disponível em:  https://seer.ufrgs.br/index.php/intexto/article/view/22405. Acesso em: 12 mai. 2022.

 

 

 

[1] Lista disponível em: https://compos.org.br/publication/lista-de-periodicos-da-area/. Acesso em: 13 out. 2023.

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